Polícia Civil intensifica repressão à facção criminosa do Amapá que quer se instalar no MS

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A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul (PCMS), por intermédio do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO), intensifica a repressão à facção criminosa proveniente do Amapá (AP). No último dia 16/12, mais um mandado de busca e apreensão foi cumprido na residência de uma liderança de uma facção no norte do país, que está tentando se instalar no Estado.

Desde julho do corrente ano, foram três ofensivas da Polícia Civil contra referida facção criminosa. Num intervalo de quatro meses o DRACCO  cumpriu sete mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão, apreensão de automóvel, celulares, documentos e outras evidências para nortear ulteriores diligências contra o grupo.

As ações de repressão qualificada decorrem de acompanhamento sistêmico, compartilhamento de informações e diligências conjuntas entre as Polícias Civis do Mato Grosso do Sul e Amapá. Na manhã do dia 16/12, investigadores do DRACCO/PCMS cumpriram mais um mandado de busca e apreensão na residência de uma das lideranças da Organização Criminosa, localizada na rua Ubá, bairro Indubrasil. Na diligência foram aprendidos um veículo FIAT/CRONOS, celulares e documentos que irão nortear ações repressivas futuras.

No início de dezembro, no bojo da “Operação Estol”, coordenada pelo DRACO/PCAP, com o apoio do DRACCO/PCMS e outras unidades de Polícia Judiciária Civil, foram cumpridos 23 mandados de busca e apreensão e 9 de prisão preventiva contra integrantes da organização criminosa responsáveis por roubar uma aeronave na cidade de Laranjal do Jari – AP em março deste ano.

Os criminosos são narcotraficantes que enviavam drogas da Bolívia para o Amapá em grandes quantidades através de aeronaves de pequeno porte. O líder da ORCRIM é do estado do Mato Grosso do Sul e comandava o envio de entorpecentes para o Amapá junto com os demais membros. Após ter sua aeronave apreendida com entorpecentes no Paraguai, o grupo criminoso teria roubado outra no Amapá para continuar o transporte da mercadoria ilícita.

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