O vereador Landmark Rios entregou ao morador do bairro Amambaí José Roberto Vieira o relatório da audiência pública que discutiu a instalação do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP) ao lado da Escola Benfica, em Campo Grande.
A entrega ocorreu na manhã de terça-feira (1º) e representa mais uma etapa da mobilização da comunidade contra a escolha do endereço. Landmark acompanha as reivindicações dos moradores e defende que a população seja ouvida nas decisões que possam provocar impactos no cotidiano da região.
Os moradores demonstram preocupação principalmente com a proximidade entre o Centro POP e a unidade escolar. O grupo defende que a Prefeitura de Campo Grande avalie outros imóveis para receber o serviço e amplie o diálogo com a comunidade antes de manter definitivamente o equipamento no bairro.
A mobilização continua mesmo após o indeferimento de um pedido de liminar que buscava impedir a instalação do Centro POP no local. Segundo José Roberto, a decisão judicial não encerra o processo e a comunidade pretende continuar recorrendo tanto pela via judicial quanto pela política.
“Foi indeferida a liminar, mas o processo vai continuar. Esperamos que nós sejamos ouvidos pelo Judiciário, porque é uma demanda da população”, afirmou.
José Roberto reforçou que a principal reivindicação é pela transferência da unidade para outro endereço, distante da Escola Benfica.
“A gente vai continuar a nossa luta para tentar fazer com que a Prefeitura retire o Centro POP ao lado da Escola Benfica”, declarou.
Landmark afirma que continuará acompanhando os desdobramentos do caso e as demandas apresentadas pelos moradores. A entrega do relatório da audiência pública, segundo o parlamentar, mantém o debate sobre a localização da unidade e formaliza os argumentos apresentados pela comunidade durante as discussões.
Mesmo diante da previsão de inauguração do Centro POP, os moradores do Amambaí afirmam que não pretendem encerrar a mobilização. O grupo promete continuar buscando alternativas junto à Prefeitura e ao Judiciário para tentar retirar a unidade da área próxima à escola.






