O deputado estadual Jamilson Name (PP) emitiu uma nota oficial nesta terça-feira para esclarecer os desdobramentos de uma operação deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
No documento, o parlamentar nega qualquer envolvimento com as investigações do Ministério Público e contesta informações que considera equivocadas e que foram veiculadas pela imprensa.
O parlamentar buscou desmentir dois pontos centrais que circularam nos veículos de comunicação locais. Name esclareceu que Eronivaldo da Silva Vasconcelos Júnior não ocupa o cargo de chefe de gabinete.
Segundo a nota, Eronivaldo é um servidor da Polícia Civil cedido à Assembleia Legislativa, atuando no gabinete exclusivamente em funções administrativas.
- O deputado negou categoricamente que seu gabinete parlamentar tenha sido alvo de mandados de busca ou apreensão pela operação do Gaeco, classificando as publicações em contrário como “incorretas” e indutoras ao erro.
“A divulgação de informações imprecisas em situações dessa natureza exige maior rigor na apuração dos fatos e responsabilidade por parte dos veículos de comunicação, especialmente diante do potencial impacto à imagem das pessoas e das instituições”, destacou o deputado em trecho da nota.
No comunicado, Jamilson Name reforçou seu respeito às instituições públicas, ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, defendendo que as investigações sigam o devido processo legal com serenidade e responsabilidade.
O parlamentar também manifestou confiança de que o servidor cedido terá seus direitos constitucionais garantidos — como a ampla defesa, o contraditório e a presunção de inocência — e que a verdade dos fatos prevalecerá após os esclarecimentos às autoridades.
Por fim, o deputado afirmou que mantém a sua agenda de trabalho e dedicação ao mandato na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.


