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quinta-feira, junho 4, 2026
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Sandra Maria defende coleta de resíduos sólidos em comunidades rurais

No Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta sexta-feira, dia 5 de junho, a pré-candidata a deputada estadual pelo PT, Sandra Maria, coloca a sustentabilidade e a preservação ambiental entre as principais bandeiras de sua plataforma política. 

A proposta de ampliar a coleta de resíduos sólidos para comunidades rurais será um dos temas centrais do lançamento oficial de sua pré-candidatura, marcado para a noite desta sexta-feira.

Liderança dos movimentos sindicais, Sandra Maria construiu sua trajetória em defesa da geração de empregos no campo e na cidade, da aceleração da reforma agrária e do fortalecimento da agricultura familiar. 

Agora, na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), ela defende a expansão dos serviços de coleta e destinação adequada de resíduos para regiões rurais que ainda não contam com atendimento regular.

Segundo a pré-candidata, a ausência desse serviço compromete a qualidade de vida das famílias do campo e gera impactos ambientais que podem ser evitados por meio de políticas públicas permanentes.

Dados utilizados por Sandra Maria, com base em levantamentos da Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (ABREMA), mostram que o Brasil produz cerca de 80 milhões de toneladas de resíduos por ano, considerando apenas o lixo urbano. 

Desse total, menos de 8% é reciclado, índice significativamente inferior ao registrado em países como Alemanha e Coreia do Sul.

Outro ponto destacado pela pré-candidata é a destinação dos resíduos plásticos. O Brasil ocupa a quarta posição entre os maiores geradores de lixo plástico do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Índia. 

Apesar do volume produzido, apenas 1,2% desse material é reciclado, uma das menores taxas do planeta.

Para Sandra Maria, levar a coleta de resíduos sólidos às comunidades rurais representa um avanço ambiental e social. 

A medida, segundo ela, contribui para a saúde das famílias que vivem no campo, fortalece a imagem e a qualidade da produção da agricultura familiar e amplia a preservação dos recursos naturais, promovendo um desenvolvimento mais sustentável para Mato Grosso do Sul.

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