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sexta-feira, março 20, 2026
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PRFs fazem manifestação em defesa do Fundo de Combate ao Crime Organizado

Policiais Rodoviários Federais de Mato Grosso do Sul realizaram, na manhã desta sexta-feira (20), uma manifestação em frente à sede da Superintendência da PRF, em Campo Grande. O ato reuniu cerca de 30 policiais, entre servidores ativos e aposentados, em defesa da criação do Fundo de Combate às Organizações Criminosas (FUNCOC).

Organizado pelo Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais de Mato Grosso do Sul (SinPRF/MS), o movimento integra uma mobilização nacional da categoria, que busca pressionar o Governo Federal e o Congresso Nacional pela retomada da tramitação do projeto, atualmente parado.

De acordo com a entidade, o FUNCOC é considerado um instrumento estratégico para fortalecer o enfrentamento ao crime organizado no país. A proposta prevê a utilização de recursos provenientes de atividades ilícitas para financiar ações das forças de segurança, ampliando a capacidade operacional, reforçando estruturas institucionais e intensificando atividades de investigação, repressão e desarticulação de organizações criminosas.

O presidente do SinPRF/MS, Wanderley Alves dos Santos, que também atua como diretor de comunicação da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), destacou a importância da iniciativa.

“Não há nada mais justo do que utilizar o dinheiro do crime organizado para combatê-lo. Esse fundo permitirá, entre outros avanços, dar mais agilidade a processos como o pagamento de diárias e as licitações para aquisição de equipamentos, que hoje são muito morosos”, afirmou.

Segundo ele, a proposta foi apresentada durante a gestão do ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski, mas ainda não avançou no Congresso Nacional. “Queremos que esse projeto entre em pauta como prioridade. A segurança pública, infelizmente, ainda está um passo atrás do crime organizado”, acrescentou.

A categoria alerta que, caso não haja avanço na tramitação da proposta, novas medidas de mobilização poderão ser adotadas de forma gradativa em todo o país.
Texto e fotos: Ascom SinPRF/MS

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