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terça-feira, julho 5, 2022
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Máscaras deixam de ser recomendadas em aeroportos e voos da União Europeia

A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (Easa) e o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) informaram hoje (11) que, a partir da próxima segunda-feira (16), deixam de recomendar máscaras obrigatórias em aeroportos e voos.

Em comunicado conjunto, a Easa e o ECDC afirmaram que vão “retirar a recomendação de uso obrigatório de máscaras médicas nos aeroportos e a bordo de voos”. Lembram, no entanto, que “a máscara facial continua a ser uma das melhores proteções contra a transmissão” do SARS-CoV-2, especialmente para pessoas mais vulneráveis.

A atualização do protocolo deve-se aos últimos números da pandemia, particularmente aos níveis de vacinação, à imunidade adquirida naturalmente e à suspensão das restrições em países europeus.

Mesmo assim, as regras relativas às máscaras continuarão a variar por companhia aérea depois dessa data. As agências europeias lembram que, em voos de ou para um destino onde o uso de proteção ainda é necessário nos transportes públicos, deve-se continuar a estimular esse uso, de acordo com as recomendações.

Os passageiros vulneráveis devem continuar a usar máscara facial independentemente das regras, defendem a Easa e o ECDC, acrescentando que, nesses casos, deve ser usada uma proteção do tipo N95/KN95, “que oferece nível de segurança mais elevado do que a de uma cirúrgica padrão”.

O diretor executivo da Easa, Patrick Ky, diz em nota que “para os passageiros e tripulações aéreas, este é um grande passo na normalização das viagens”.

Ele pede aos passageiros, porém, que se comportem “de forma responsável e respeitem as escolhas dos outros à sua volta”.

A diretora do ECDC, Andrea Ammon, observa que, “embora os riscos se mantenham, as intervenções e vacinas não farmacêuticas [medidas restritivas] permitiram que as vidas começassem a voltar ao normal”. Ainda assim, Ammon destaca que é importante lembrar que, juntamente com o distanciamento físico e a boa higiene das mãos, [o uso de máscara] é um dos melhores métodos para reduzir a transmissão”.

Nas diretrizes divulgadas hoje, está incluída uma “flexibilização das medidas mais rigorosas sobre as operações aéreas, o que ajudará a aliviar o fardo sobre a indústria, mantendo ao mesmo tempo medidas apropriadas em vigor”, adiantam as agências da UE.

A atualização é feita no momento em que as máscaras faciais deixam de ser obrigatórias em muitos Estados-membros do bloco e em que algumas companhias aéreas já liberaram o uso.

Cerca de 325 milhões de pessoas na União Europeia estão totalmente vacinadas contra a covid-19, e perto de 230 milhões receberam uma dose de reforço, de acordo com dados da ECDC.

A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (Easa) e o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) informaram hoje (11) que, a partir da próxima segunda-feira (16), deixam de recomendar máscaras obrigatórias em aeroportos e voos.

Em comunicado conjunto, a Easa e o ECDC afirmaram que vão “retirar a recomendação de uso obrigatório de máscaras médicas nos aeroportos e a bordo de voos”. Lembram, no entanto, que “a máscara facial continua a ser uma das melhores proteções contra a transmissão” do SARS-CoV-2, especialmente para pessoas mais vulneráveis.

A atualização do protocolo deve-se aos últimos números da pandemia, particularmente aos níveis de vacinação, à imunidade adquirida naturalmente e à suspensão das restrições em países europeus.

Mesmo assim, as regras relativas às máscaras continuarão a variar por companhia aérea depois dessa data. As agências europeias lembram que, em voos de ou para um destino onde o uso de proteção ainda é necessário nos transportes públicos, deve-se continuar a estimular esse uso, de acordo com as recomendações.

Os passageiros vulneráveis devem continuar a usar máscara facial independentemente das regras, defendem a Easa e o ECDC, acrescentando que, nesses casos, deve ser usada uma proteção do tipo N95/KN95, “que oferece nível de segurança mais elevado do que a de uma cirúrgica padrão”.

O diretor executivo da Easa, Patrick Ky, diz em nota que “para os passageiros e tripulações aéreas, este é um grande passo na normalização das viagens”.

Ele pede aos passageiros, porém, que se comportem “de forma responsável e respeitem as escolhas dos outros à sua volta”.

A diretora do ECDC, Andrea Ammon, observa que, “embora os riscos se mantenham, as intervenções e vacinas não farmacêuticas [medidas restritivas] permitiram que as vidas começassem a voltar ao normal”. Ainda assim, Ammon destaca que é importante lembrar que, juntamente com o distanciamento físico e a boa higiene das mãos, [o uso de máscara] é um dos melhores métodos para reduzir a transmissão”.

Nas diretrizes divulgadas hoje, está incluída uma “flexibilização das medidas mais rigorosas sobre as operações aéreas, o que ajudará a aliviar o fardo sobre a indústria, mantendo ao mesmo tempo medidas apropriadas em vigor”, adiantam as agências da UE.

A atualização é feita no momento em que as máscaras faciais deixam de ser obrigatórias em muitos Estados-membros do bloco e em que algumas companhias aéreas já liberaram o uso.

Cerca de 325 milhões de pessoas na União Europeia estão totalmente vacinadas contra a covid-19, e perto de 230 milhões receberam uma dose de reforço, de acordo com dados da ECDC.

(Ag. Brasil/EBC)

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