31.8 C
Campo Grande
segunda-feira, setembro 28, 2026
Home Geral Contatos imediatos de segundo e terceiro grau na Amazônia

Contatos imediatos de segundo e terceiro grau na Amazônia

0
20

Umaia Farid Ismail

Era o início da noite, por volta das 18h30. Roberto Ariel, então com apenas seis anos de idade, jantava em casa quando percebeu a reação incomum de sua avó e de seu tio. Ambos apontavam para algo além da janela, visivelmente surpresos e estupefatos. Ao olhar para o céu, o menino viu um gigantesco objeto luminoso pairando silenciosamente sobre a região.

A cena despertou uma antiga lembrança em sua avó. Ela contou que, quando criança, havia observado dois objetos semelhantes sobre o rio que banhava a cidade de Tefé, no interior do Amazonas. O episódio marcou profundamente a família. Após o avistamento, Ariel passou cerca de um mês tendo sonhos recorrentes com estranhos visitantes.

Algum tempo depois, ele desenvolveu um tumor na nuca. Em uma determinada noite, sonhou que seres desconhecidos entravam em seu quarto e removiam a anomalia. Na manhã seguinte, encontrou sobre o travesseiro uma massa necrosada. Segundo seu relato, o tumor havia desaparecido por completo.

A esposa de Ariel, Valdenice, também guarda uma experiência intrigante da infância. Na década de 1980, quando vivia com os pais no alojamento da fábrica de álcool CAPEMI, localizada a cerca de 136 quilômetros de Manaus, ela testemunhou, juntamente com diversos moradores, um suposto pouso de UFO.

De acordo com seu relato, um objeto luminoso deslocava-se lentamente sobre a mata, emitindo luzes de várias cores. Em seguida, iniciou uma descida em zigue-zague até pousar em um canavial situado dentro do terreno da empresa. Após a aterrissagem, uma espécie de porta se abriu, e três vultos deixaram a nave.

Valdenice afirma que não conseguiu distinguir claramente suas características, mas recorda que permaneceram do lado de fora por cerca de dez minutos. Depois disso, retornaram ao interior do objeto, que decolou repetindo a mesma trajetória em zigue-zague, deixando os presentes assustados e perplexos.

Anos mais tarde, já em Manaus, Valdenice conheceu Roberto Ariel. Durante o relacionamento, o casal passou a viajar por diversas regiões amazônicas, conciliando lazer e pesquisa de campo sobre fenômenos insólitos.

Em uma dessas viagens, Ariel encontrou um homem que havia vivido com a família no mesmo local onde Valdenice presenciara o episódio. Ao ouvir o relato, ele confirmou o avistamento e acrescentou detalhes surpreendentes.

Segundo sua versão, ele e alguns amigos jogavam futebol quando observaram um UFO deslocando-se lentamente sobre suas cabeças antes de pousar na plantação de cana. Curiosos, correram em direção ao local e encontraram uma nave discoide apoiada sobre o solo. Próximo dali, mulheres aterrorizadas abraçavam seus filhos enquanto rezavam, convencidas de que estavam diante de um acontecimento apocalíptico.

O homem afirmou ainda que, na manhã seguinte, retornou ao ponto do pouso juntamente com os colegas. No local encontraram um círculo escurecido, com evidentes sinais de queimadura. Segundo ele, a vegetação parecia ter sido submetida a um intenso calor, como se tivesse derretido. Mais impressionante ainda, durante os três anos seguintes em que permaneceu na região, nenhuma planta voltou a crescer naquela área específica.

Em outra ocasião, Ariel e Valdenice decidiram procurar o local exato da aterrissagem, em uma região conhecida como Manápoles. Ao chegarem, descobriram que ainda estavam relativamente distantes da antiga CAPEMI e permaneceram pouco tempo no local. Antes de partir, Ariel registrou algumas fotografias da paisagem.

Dias depois, já em seu trabalho, em Manaus, as imagens chamaram a atenção de uma funcionária da limpeza conhecida como Rai. Após confirmar o nome da localidade, ela revelou ter morado na região e mencionou um morador conhecido como Santinho, personagem de uma história igualmente singular.

Santinho era adolescente quando viveu sua experiência. Certa madrugada, saiu para caçar. Depois de montar algumas armadilhas, subiu em uma árvore e amarrou-se aos galhos para evitar uma queda caso adormecesse. Enquanto aguardava a aproximação de animais, acabou cochilando.

Em dado momento, despertou ao ouvir um ruído estranho vindo do alto. Logo em seguida, uma intensa luz azulada iluminou a mata. A luminosidade emanava de um objeto que ele descreveu como uma “bacia gigante”, o qual aterrissou a aproximadamente 50 metros de onde estava.

Observando em silêncio, Santinho afirmou ter visto três pequenos seres saírem da estrutura. Um deles permaneceu aparentemente vigilante, enquanto os outros dois recolhiam pedras e amostras de vegetação, armazenando-as em bolsas que carregavam consigo. Após concluírem a coleta, retornaram ao interior do objeto, que partiu rapidamente e desapareceu na escuridão.

Relatos como esses reforçam a reputação da Amazônia como uma das regiões mais ricas do Brasil em ocorrências ufológicas. Entre testemunhos transmitidos por gerações, marcas físicas supostamente deixadas no ambiente e histórias preservadas pela memória dos moradores, o vasto território amazônico continua sendo um cenário de mistérios que desafiam explicações convencionais e alimentam o trabalho investigativo dos pesquisadores da ufologia brasileira.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here