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quarta-feira, fevereiro 26, 2025
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Coronel David expõe bastidores e questiona julgamento de Bolsonaro

O deputado estadual Coronel David (PL) se manifestou contra a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Para o parlamentar, o processo não passa de uma manobra política para criminalizar a oposição.

Comparando a situação do Brasil com a da Venezuela, Coronel David citou a prisão do ex-candidato Enrique Márquez pelo regime de Nicolás Maduro, destacando que, assim como lá, Bolsonaro estaria sendo acusado de tentativa de golpe sem qualquer prova concreta.

“Pegaram ilações e venderam como fatos. Pegaram críticas na internet e carimbaram como crime. Pegaram imagens de vandalismo e colaram arbitrariamente no presidente. Mas cadê a ordem direta? Cadê as provas? NÃO EXISTEM! Isso não é justiça, é vingança política!”, afirmou David.

8 de Janeiro

O deputado também questionou a legalidade das condenações dos presos do 8 de janeiro, que, segundo ele, foram usadas para justificar a acusação contra Bolsonaro. “As penas absurdas servem para um único propósito: forçar a narrativa de que Bolsonaro comandava criminosos perigosos”, disse.

Outro ponto levantado foi a delação de Mauro Cid, que, segundo Coronel David, foi obtida sob forte coação. “Foi pressionado, ameaçado… envolveram sua esposa, sua filha. E só depois disse o que o sistema queria ouvir. Isso não é delação, é tortura psicológica!”.

O parlamentar ainda criticou a composição da Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal), responsável pelo julgamento de Bolsonaro. “Alguém realmente acredita que há chance de um julgamento justo?”, questionou.

Coronel David ainda alertou para o que considera um ataque direto ao Estado de Direito. “O artigo 5º da Constituição garante o direito a um juiz imparcial. Mas o STF ignora a lei para impor sua vontade. E depois dizem que o Estado de Direito está de pé… O que restará de democrático depois desse julgamento? Não sabemos. Mas seguiremos firmes na luta pela justiça e pela liberdade!”, concluiu.

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