A Corregedoria-Geral de Justiça de Mato Grosso do Sul esteve representada em Brasília em uma agenda que reuniu corregedorias de todo o país para discutir práticas e soluções aplicadas à atividade correcional. Na última terça-feira, dia 8 de setembro, as juízas auxiliares Jacqueline Machado e Helena Alice Machado, acompanhadas pela coordenadora de Padronização de Serviços Extrajudiciais, Mariellen Martins, participaram do curso “Integração de Boas Práticas – Diálogos entre o CNJ e o Colégio de Corregedores e Corregedoras da Justiça do Brasil”, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Voltado a corregedores, juízes auxiliares, magistrados, servidores e equipes técnicas, o encontro colocou em debate experiências que já vêm sendo adotadas nas áreas judicial, extrajudicial e fundiária, criando um espaço para que corregedorias compartilhem projetos, práticas e soluções voltadas ao aperfeiçoamento da atividade correcional e à melhoria dos serviços prestados à sociedade.
Após a abertura conduzida pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Benedito Gonçalves, a programação seguiu com a apresentação de seis painéis temáticos, em que magistrados de diversas Cortes trataram de temas como sistemas de apoio à atuação das corregedorias, modernização dos serviços notariais e registrais, integração de secretarias, regularização fundiária e diretrizes da Corregedoria Nacional de Justiça.
O encerramento foi feito pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, ministro Edson Fachin, que defendeu o diálogo entre os tribunais para responder aos desafios contemporâneos da Justiça brasileira, e afirmou que o intercâmbio de experiências e boas práticas contribui diretamente para o aprimoramento do Judiciário.
“Os dias de hoje reclamam esse diálogo permanente. E à Justiça brasileira não faltará legalidade constitucional e o cumprimento de seus deveres”, disse Fachin ao final do evento. O ministro ainda ressaltou que o diálogo também subsidia a função correicional e que a Corregedoria não existe apenas para corrigir desvios, “mas também para impor limites e edificar as fronteiras da atuação para responder afirmativamente quando for demandada”.






